O ambientalista Carlos Manuel Dobreira alerta para o que classifica como “falhas graves” na separação seletiva de resíduos na Portela do Homem (Campo do Gerês), em Terras de Bouro.
Em nota ao jornal ‘O Amarense’/PressMinho, o ativista afirma que, no passado dia 9, constatou que no local “apenas se encontravam disponíveis dois pequenos caixotes para deposição de resíduos, um de cor verde junto a uma árvore e outro de cor azul frente a edifício devoluto.
Dobreira diz que se desconhece se “a intenção seria a seleção seletiva de resíduos, por exemplo, de papel/cartão e vidros, não sendo visíveis equipamentos (caixotes, ecopontos móveis ou contentores) para pilhas, plástico e metal, óleos alimentares usados, resíduos verdes, lixo orgânico e lixo indiferenciado”.
“Esta zona de fronteira, propícia à falta de civismo, tem sido muito procurada neste ano devido, por exemplo, à subida dos preços dos combustíveis levando ao aumento da circulação rodoviária na N308-1 até Lobios”, refere, lembrando que “a poucos metros dos únicos caixotes está a Mata da Albergaria, um património a preservar e que tem sido afetado pela ação humana”.
Face a esta situação, Carlos Manuel Dobreira pediu a intervenção do Parque Nacional Peneda-Gerês e da Câmara Municipal de Terras de Bouro, em articulação com a Braval, “por forma a suprir as falhas detetadas antes do Verão terrífico de 2026”.
Fernando Gualtieri (CP 7889)







