Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) confirmou esta sexta-feira a existência de “acessos indevidos a registos administrativos de utentes”, numa situação que envolve também dados de crianças e que já foi comunicada às entidades competentes para apreciação.
Em comunicado, a instituição esclarece que estão em causa acessos a informação administrativa de utentes, realizados através de credenciais associadas a um médico, sem o conhecimento nem a autorização do próprio profissional.
A ULSAM sublinha que os acessos indevidos foram detetados internamente e reportados às entidades competentes, não adiantando, para já, detalhes sobre o número de utentes afetados ou o período em que terão ocorrido as consultas aos registos.
A instituição limita-se a confirmar que o caso está a ser encaminhado para apreciação de eventuais ilícitos, no âmbito dos mecanismos legais aplicáveis à proteção de dados e à utilização de sistemas de informação em contexto clínico.
No mesmo comunicado, a ULSAM não especifica se foram ativadas medidas adicionais de segurança ou auditorias internas alargadas aos sistemas informáticos, nem se existem indícios sobre a origem técnica ou operacional da utilização indevida de credenciais.






