O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM do Alto) defendeu o reforço do investimento na formação, qualificação e condições de trabalho dos bombeiros.
António Barbosa falava, esta quinta-feira, no Auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais, em Valença, durante a apresentação do Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho – DECIR 2026, no âmbito da reunião alargada do Centro de Coordenação Operacional Sub-Regional do Alto Minho.
Destacando a “importância de uma estratégia integrada para o setor da proteção civil e combate a incêndios rurais”, o também presidente da Câmara de Monção alertou para a necessidade de um maior reconhecimento e financiamento desta missão essencial” e apelou à mobilização conjunta das autarquias e do Estado para “garantir melhores condições de resposta e segurança das populações”.
Já o presidente da Câmara Paredes de Coura e presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo, Tiago Cunha, reiterou a importância de “continuar a reforçar a articulação e complementaridade entre os concelhos”.
Pela sua vez, o presidente do município anfitrião, José Manuel Carpinteira reafirmou “a importância da cooperação institucional e da preparação antecipada para enfrentar o risco de incêndios rurais”.
“A proteção das populações e do território exige preparação, coordenação e compromisso permanente entre todas as entidades”, sublinhou o autarca valenciano, referindo que o Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho – DECIR 2026 “reforça essa capacidade conjunta de resposta, num trabalho essencial para a segurança das comunidades e para a salvaguarda da nossa floresta”.
A sessão reuniu representantes das principais entidades com responsabilidades na proteção civil, emergência e gestão florestal da região, num momento de articulação estratégica e preparação operacional para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2026 (DECIR).





