O PS de Vila Nova de Famalicão lamenta e condena o recurso “a linguagem ofensiva e desrespeitosa” dirigida ao líder da sua bancada na Assembleia Municipal, Jorge Costa, e “amplificada nas redes sociais por eleitos do Chega”.
Em comunicado desta terça-feira, a Concelhia socialista, liderada por Eduardo Oliveira, afirma que a Assembleia Municipal “é o espaço próprio para o debate político plural, que deve ser feito com elevação, respeito institucional e foco nas propostas para o concelho”.
“A divergência política é legítima e saudável, o ataque pessoal não”, vinca, reafirmando o compromisso dos socialistas com “um debate sério, responsável e centrado nas soluções que interessam aos famalicenses, recusando contribuir para a degradação do espaço público”.
Já esta segunda-feira, num almoço comemorativo da Revolução dos Cravos, realizado pelo PS em Arnoso Santa Eulália, Eduardo Oliveira referia que “há sinais preocupantes de desvalorização do papel democrático da oposição”.
Indicou como exemplos “a colocação dos vereadores da oposição num gabinete localizado nos fundos de um espaço comercial” e a rejeição “sistemática” de propostas apresentadas pelo partido.
Como exemplo apontou ainda “a exclusão de presidentes de Junta eleitos pelo partido de visitas institucionais às suas próprias freguesias”.
Neste caso, o líder dos socialistas famalicenses, referia-se ao presidente da Câmara Famalicão, o social democrata Mário Passos, que acusou de “lidar mal com a oposição”.
Fernando Gualtieri (CP 7889)






