“No âmbito de preparação de dossier de candidatura ao prémio Forbes Green ESG Awards 2027, a manhã do dia 1 de maio acabou por revelar cenários surpreendentes de imundície e de falta de civismo e de educação ambiental em Chamoim e Covide, Terras de Bouro”.
É nestes termos que o ambientalista Carlos Manuel Dobreira inicia a denúncia ao Jornal ‘O Amarense’/PressMinho sobre o estado em que encontrou as duas localidades. Especifica que em Chamoim observou “a deposição de baldes com resíduos de construção e demolição, cartão, plásticos diversos, embalagem de Aditek, garrafas de vidro, um forno, entre outros, junto a contentor localizado no parque de merendas (Esporões), na EN 205-3”.
Já em Covide, a poucos metros da Quelha dos Lobos, constatou “a deposição de mobiliário, janelas, caixas de cartão, resíduos recicláveis junto a ecopontos e contentor”.
“Os cenários encontrados não são únicos no concelho de Terras de Bouro e atestam o sentimento de impunidade e de desrespeito pela Natureza que se vive não só nesta região minhota, mas em todo o país”, conclui o ativista, pedindo a intervenção da GNR e da Câmara Municipal de Terras de Bouro.







