O artista britânico David Hockney, uma das figuras mais influentes da arte contemporânea, morreu na quinta-feira, na sua casa, em Londres, aos 88 anos, confirmou esta sexta-feira a sua assessoria de imprensa.
David Hockney, um dos artistas britânicos mais influentes dos séculos XX e XXI, que trabalhou praticamente até ao fim da vida, foi uma figura fundamental do movimento Pop Art na década de 1960.
Hockney nasceu em Bradford, no norte de Inglaterra, a 9 de julho de 1937, quarto de cinco filhos de uma família de condições modestas.
“Os pais incentivaram desde cedo a promessa artística do filho. Estudou arte no Bradford College e vendeu o seu primeiro quadro, um retrato do pai, por 10 libras na Yorkshire Artists Exhibition, em 1957″, escreve o jornal britânico The Guardian.
Ao longo da sua carreira de mais de seis décadas, experimentou muitas novas formas de se expressar. Depois da pintura, colagens (“joiners”, como lhes chamou), mas também a fotocopiadora, o fax, a impressora e, mais recentemente, o iPad, com o qual criou uma grande quantidade de pinturas digitais que enviava entusiasticamente por email a amigos e conhecidos.
Manteve sempre um lado rebelde, terá recusado o título de cavaleiro e terá também recusado pintar a rainha Isabel II. Era hoje, considera o The Art Newspaper, o artista mais conhecido do mundo.






