O cantor e compositor britânico Talay Riley, vencedor de um Grammy, foi esfaqueado até à morte em Londres. O artista de 35 anos foi encontrado na num jardim zona de Silvertown, na sexta-feira, tendo sido declarado morto no local.
Um segundo homem, na casa dos 20 anos, foi vítima do mesmo ataque e está a receber tratamento hospitalar. Entretanto, a polícia confirmou a detenção de três pessoas por suspeita de homicídio no âmbito do caso, segundo a Sky News.
Talay Riley, cujo nome verdadeiro era Mark Orabiyi, colaborou com artistas como Dua Lipa, Britney Spears, Ellie Goulding, Khalid e Zendaya. No Spotify, reunia cerca de 77 mil ouvintes mensais e chegou mesmo a integrar digressões de Usher, entre outros nomes da música. O artista recebeu créditos na composição da canção Lights On, incluída no álbum com o mesmo título de H.E.R., vencedor de um Grammy em 2019.
“O meu coração está despedaçado! Isto não parece real. Parece um pesadelo. Pouco antes de ele adormecer, falámos sobre o futuro, sobre manter o otimismo e sobre tudo o que ainda tínhamos para fazer. Nunca imaginei que aquela seria a nossa última conversa”, escreveu o seu irmão, o artista Scribz Riley, em homenagem, numa publicação nas redes sociais.
Nos comentários da publicação, vários artistas conhecidos lamentaram a morte de Talay Riley. O rapper Stormzy escreveu “Sinto muito, mano”, enquanto a cantora Kehlani deixou a mensagem “Um grande abraço, Scribs. Sinto muito mesmo”. Também Wretch 32, Craig David, Paloma Faith e Oritsé Williams se juntaram às homenagens nas redes sociais.
“Estamos particularmente interessados em ouvir qualquer pessoa que possa ter imagens de câmaras de segurança ou outras gravações da manhã do incidente que possam auxiliar a nossa investigação”, pediu a detetive Joanna Yorke, da Polícia Metropolitana do Reuno Unido, citada pela BBC.
Um dos detidos, de 27 anos, foi libertado sob fiança. Os outros dois, um homem e uma mulher, ambos de 25 e 24 anos, foram libertados após interrogatório, revela a Rolling Stone.
Em comunicado, citado pela revista, a polícia britânica afirmou que a investigação “prossegue a um ritmo acelerado”.
Com Observador






