O acesso à habitação, os fluxos migratórios e o combate à pobreza e à exclusão social são os eixos centrais agenda de trabalho para 2026 do Eixo Atlântico, que conta com um orçamento de 5,5 milhões de euros
Estes desafios estruturam o programa de atividades para 2026, aprovado durante a Assembleia Geral do Eixo Atlântico, realizada na Câmara da Corunha, e que reuniu as 41 entidades que integram a organização.
O programa organiza-se em torno de três grandes eixos: sustentabilidade urbana, desenvolvimento económico e desenvolvimento social, com especial atenção à integração da população migrante, à coesão social e à garantia de condições dignas de habitação.
Entre as prioridades destacam-se a atualização da Agenda Urbana, o acompanhamento do Mapa de Infraestruturas e o planeamento urbano sustentável, como instrumentos-chave para reduzir desigualdades e prevenir situações de pobreza nos municípios do Eixo Atlântico.
A Assembleia Geral ratificou também o orçamento para 2026, que ascende a cerca de 5,5 milhões de euros, bem como as contas e o relatório de gestão correspondentes ao exercício anterior. O programa aprovado inclui atividades culturais, educativas e desportivas, juntamente com iniciativas de inovação social e turismo policêntrico e de autor.
No plano internacional, foi reforçada a estratégia de cooperação, consolidando relações com cidades da América Latina, Cabo Verde, México, Cuba e Argentina, e fortalecendo os laços com a AECID e o Instituto Camões.






