No dia em que se assinalam quatro anos desde a invasão da Ucrânia pela Federação Russa, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a resistência do povo ucraniano face a uma agressão considerada ilegal e marcada por enorme brutalidade.
Na nota publicada do site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa recorda que o povo da Ucrânia tem demonstrado “coragem admirável” ao longo dos últimos quatro anos.
“Apesar do efeito devastador dos ataques crescentemente violentos da Rússia, os ucranianos entram no quinto ano da guerra com uma determinação cada vez mais forte, provando que a resiliência da Ucrânia nunca deveria ter sido subestimada”, pode ler-se.
O presidente da República frisa ainda que, “no quadro da União Europeia, o apoio político, militar, humanitário e financeiro de Portugal à Ucrânia mantém-se inabalável”.
“Com os nossos parceiros europeus e internacionais, continuaremos a prestar a assistência pelo tempo que for necessário, para que a Ucrânia seja forte e resiliente contra agressões. Continuaremos, do mesmo modo, a respaldar a adesão da Ucrânia à União Europeia e o caminho até à adesão”, diz.
Para Marcelo, “os ucranianos e ucranianas merecem uma paz justa e duradoura, que respeite a independência, a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, mas também que garanta a sua segurança a longo prazo, incluindo a capacidade de defesa”.
“Continuaremos a apoiar os esforços internacionais fazendo pressão sobre a Rússia para que cesse a agressão e se comprometa com um processo negocial que conduza a acordo de paz, baseado no direito internacional e na Carta das Nações Unidas”, garante o presidente, que espera “que 2026 traga um fim justo a esta guerra”.
“Portugal permanecerá, sempre, ao lado da Ucrânia e dos ucranianos”, remata.






