A Infraestruturas de Portugal alerta que a instabilidade meteorológica e a elevada saturação dos solos poderão provocar novos danos nas vias rodoviárias e ferroviárias. Empresa e prestadores de serviço têm 1.100 operacionais no terreno.
“A instabilidade meteorológica e a elevada saturação dos solos mantêm o risco de surgirem novos danos ou de agravamento dos já identificados”, afirma a Infraestruturas de Portugal (IP) em comunicado. A empresa pública refere que mantém uma “monitorização permanente das suas redes, num contexto ainda marcado por condições meteorológicas adversas, estando a avaliação dos impactos em curso”.
A IP explica que os principais efeitos registados “estão sobretudo associados à instabilidade de taludes, derrocadas, quedas de árvores e situações pontuais de inundação”.
A empresa afirma que acionou os seus planos de atuação em situações de emergência, que incluem 1.100 operacionais da IP e de prestadores de serviços e 550 viaturas de vários tipos, desde ligeiros a retroescavadoras, a que acrescem 13 viaturas limpa-neves. Nas várias ações de manutenção e reposição foram já aplicadas 110 toneladas de massas betuminosas a frio.
No Conselho de Ministros extraordinário, realizado no domingo, foi aprovado um reforço de financiamento de 400 milhões de euros para a IP com vista à resolução das ocorrências provocas pela tempestade.
SUPRIMIDO ALFA BRAGA-LISBOA
De acordo com um ponto de situação feito pela GNR à Lusa esta manhã de segunda-feira, pelas 10h35 havia perto de 70 vias interditas à circulação.
O site da CP indicava às 12h00 que estava suspensa a circulação na Linha do Minho entre Barcelos e Tame (na foto), e sem previsão de retoma os Urbanos de Coimbra e a Linha do Douro entre Régua e Pocinho.
Na Linha do Norte estavam suprimidos os serviços de longo curso entre Braga e Lisboa e a venda de viagens em comboios Alfa Pendular e Intercidades na Linha do Norte para todo de segunda-feira.
Com Eco






