A sala principal do teatro Circo em Braga recebe na próxima sexta-feira, às 21h30, a produção teatral ‘O Nariz de Cleópatra, pois claro’, a partir do texto homónimo Augusto Abelaira e direção de Cristina Carvalhal
No século XXIII, descoberto o caminho para o passado, um grupo de aventureiros embarca numa nave, altera a História e faz com que os Gregos percam a Guerra de Troia. O objetivo é serem ricos e felizes.
E aí vamos nós: Descobrimentos – 2.ª temporada. No mínimo, nada de bom pode acontecer, isto para se ser brando, como se diz ser costume dos portugueses, e como convém à comédia.
Resultado: de volta ao século XXIII, todos trocaram de papéis, sem se recordarem de nada, mas a insatisfação mantém-se. Ulisses e um coelho falante, perdidos no tempo e no absurdo disto tudo, perguntam-se: não seria mais fácil alterar o presente?
A frase de Pascal — “Se o nariz de Cleópatra tivesse sido mais pequeno, toda a face da terra teria mudado” — inspira o título desta sátira, ao qual se acrescenta um “pois claro!”. A ironia com que o autor comenta a História exige resposta na mesma moeda e ao câmbio atual.
Entradas 15 euros/ Cartão Pentágono 7,50 euros/ 120 minutos
FICHA TÉNICA
Versão cénica e direção Cristina Carvalhal
A partir de O Nariz de Cleópatra de Augusto Abelaira
Interpretação Alberto Magassela, Ana Sampaio e Maia, Carla Maciel, Heitor Lourenço, João Grosso, José Neves, Manuela Couto, Nuno Nunes, Sílvia Filipe
Cenário e figurinos Nuno Carinhas
Desenho e operação de luz Manuel Abrantes
Som Sérgio Delgado
Vídeo António Borges Correia
Assistente de encenação Leonor Buescu
Assistente de cenografia e figurinos Henrique Pimentel
Produção executiva Beatriz Cuba e Margarida Zeferino
Coprodução Causas Comuns e Teatro Nacional D. Maria II.






