O Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) inaugurou um novo ciclo expositivo, que assinala também o início da direção artística de Miguel Wandschneider.
A inauguração marcou o arranque de uma nova etapa para o centro de artes, com a apresentação de três exposições: a retrospetiva ‘Come di’, de Jorge Molder, a mostra ‘Back Outside’, do artista escocês Aidan Duffy, e uma nova apresentação do núcleo de Artes Tradicionais Africanas da coleção de José de Guimarães.
O presidente da Câmara destacou o significado do CIAJG para a cidade e a sua origem na transformação do antigo mercado municipal. “O CIAJG tem uma particularidade que me merece destaque: trata-se de um espaço de arte que nasceu num espaço que estava intimamente ligado à vida da cidade”, afirmou.
Para Ricardo Araújo, essa origem simboliza a continuidade de um lugar de encontro, uma vez que um mercado municipal é “um espaço de circulação, de troca, de diálogo e de interação”, destacou.
O curador Miguel Wandschneider, considera que esta inauguração marca o início de “uma nova etapa” na história do CIAJG, que considera ser “o mais relevante centro de arte contemporânea em Portugal fora de Lisboa e do Porto. Gostaria que o CIAJG tivesse, daqui em diante, um horizonte internacional bastante mais vasto e que tivesse, concomitantemente, a capacidade de inscrição do seu programa expositivo num contexto internacional”, concluiu.
As exposições ficam patentes ao público até 6 de setembro.







