Os novos comboios, que representam um investimento de 584 milhões de euros, têm capacidade para circular a uma velocidade de 300 km/hora e para transportar 500 passageiros por unidade. O prazo de entrega para a primeira automotora é de 48 meses.
Neste investimento estão incluídos 45 milhões de euros para criação de oficinas e equipamentos.
Ainda para a Alta Velocidade, o Governo anunciou a criação de um novo operador dedicado, uma nova oficina dedicada, ao mesmo tempo que diz querer colocar a CP numa posição dominante e no mercado internacional.
Para o trajeto Lisboa- Porto em alta velocidade, o executivo afirmou a intenção de relançar brevemente o concurso público para a construção, financiamento e manutenção do troço Oiã-Soure, num investimento total de 2,4 mil milhões de euros.
Trata-se de um projeto a desenvolver ao longo de cinco anos, com uma disponibilidade total de 30 anos, indica a informação oficial.
Ainda na área da ferrovia, o Governo assume que está com pressa e afirma que vai antecipar e concluir a compra de mais 36 comboios, de modo a que a última entrega aconteça dois anos mais cedo, em 2033, em vez de 2031.
Este reforço vem a somar-se ao lote de 117 automotoras já previstas, perfazendo num total de 153 unidades.
O reforço da ambição tem um preço e deverá custar mais 318 milhões de euros, segundo as estimativas apresentadas pelo Executivo.
O Governo revelou ainda que já está concluída a primeira fase do estudo de subconcessões para as linhas férreas de Cascais, Sintra/Azambuja, Sado e Porto num total de 365 km.






