Pablo Bustinduy, ministro dos Direitos Sociais, Assuntos do Consumidor e Agenda 2030 reuniu-se em Paris com o economista Gabriel Zucman para discutir como funcionaria a implementação de um imposto sobre patrimónios superiores a 100 milhões de euros, uma medida que permitiria financiar um benefício universal de apoio à infância e reforçar a justiça fiscal no país.
“Bustinduy quis analisar a possível aplicação do chamado ‘imposto Zucman’, que propõe tributar os patrimónios acima de 100 milhões de euros em 2% ao ano, no nosso país”, explica o site do Ministério dos Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030.
Durante a visita à capital francesa, Bustinduy destacou que a receita estimada de 5,2 mil milhões de euros por ano, de acordo com o Observatório Fiscal da União Europeia (UE) poderia ser canalizada para erradicar a pobreza infantil, ao mesmo tempo que apelou a uma regulamentação internacional de algoritmos de preços dinâmicos, em colaboração com a OCDE, para proteger consumidores vulneráveis no ambiente digital.
A imprensa espanhola, entretanto, divulgou que esta ideia será mesmo defendida perante o Conselho da UE.






