Os danos causados pelo mau tempo, obrigaram a Câmara de Guimarães a arrendar um espaço para instalar a Divisão de Desenvolvimento e Coesão Social e a intervir noutros, de forma a assegurar a segurança e assegurar a prestação de serviços.
As instalações daquele serviço, localizadas no edifício em frente à sede da autarquia, registaram infiltrações, inundações e mesmo a queda de parte do teto.
O Grupo Santiago, que avança a informação, adianta que, em face a esta situação, o Executivo “decidiu que, nas próximas duas semanas, será identificado e arrendado um espaço na cidade para reinstalar esta divisão, assegurando assim o normal funcionamento do serviço”, tudo apontando para que o edifício a arrendar seja o da antiga sede da ACIG, na rua da Rainha.
Já na Divisão de Desenvolvimento Económico, a queda de parte de um teco obrigou ao desalojamento temporário dos funcionários.
O mesmo órgão de comunicação social conta que o município já interveio no espaço para repor as condições de segurança e funcionalidade, “tendo sido possível assegurar o regresso do serviço às instalações”.
Foram ainda registadas inundações em áreas ocupadas pela equipa de arquitetos da Divisão de Planeamento e Gestão Urbanística. Aqui a solução passou pelo regime de teletrabalho para “garantir a continuidade do serviço público”.
Também a zona onde se encontram os servidores informáticos da Câmara foi afetada por inundações, “o que provocou algumas disrupções nas comunicações internas e no funcionamento de serviços municipais”.
Face a todos estes casos, o município considera que nesta altura a prioridade “é garantir a segurança das instalações e dos trabalhadores, bem como assegurar a continuidade dos serviços prestados aos cidadãos, estando a ser avaliadas intervenções necessárias no edifício e observadas soluções temporárias de relocalização sempre que se justifique”.






