José Teixeira, presidente do dstgroup, anunciou esta quarta-feira, em comunicado, que o grupo empresarial mantém, em 2026, o seu papel de mecenas de dois dos projetos mais emblemáticos da programação cultural do Theatro Circo, em Braga: o Ciclo Contraponto e o Programa de Mediação e Participação, reforçando “um compromisso consistente e estruturado com a democratização do acesso à cultura e à criação artística contemporânea”.
Lançado em 2024, o Ciclo Contraponto conta, como habitual, com uma programação dedicada à música dos séculos XX e XXI – um dos períodos mais férteis, disruptivos e inovadores da história da composição musical – reunindo ensembles e compositores locais, nacionais e internacionais.
O ciclo propõe “uma verdadeira viagem estética e intelectual pela música contemporânea, promovendo o encontro entre públicos, criadores e linguagens artísticas diversas”.
Paralelamente, o Programa de Mediação e Participação amplia o alcance desta visão, integrando projetos dirigidos ao público infantojuvenil e iniciativas que estimulam o pensamento crítico, a reflexão e o envolvimento ativo dos cidadãos na vida cultural da cidade.
“A parceria com o dstgroup assume um papel fundamental na consolidação da missão artística do Theatro Circo, reforçando o seu posicionamento enquanto estrutura referência no contexto artístico nacional. O apoio mecenático ao ciclo Contraponto e ao Programa de Mediação impulsiona a criação contemporânea, o pensamento crítico e o diálogo entre artistas, obras e públicos”, refere Luís Fernandes, diretor artístico da Faz Cultura – Empresa Municipal de Cultura de Braga.
APOSTAR NA CRIACÃO DA LIBERDADE
Este apoio traduz-se num investimento direto de 22 mil euros, reafirmando o entendimento do dstgroup de que a cultura é um pilar essencial do desenvolvimento social, territorial e humano.
“O apoio a estes dois projetos na programação do Theatro Circo justificam-se por duas razões, uma para cada projeto. No Ciclo Contraponto, a densidade tem de colocar a superficialidade a resistir. A densidade não deve ser quem resiste e sobrevive. A música clássica e os autores clássicos são a gramática da música. Tem de se ouvir a gramática para aprendermos a encantar-nos. O apoio ao Programa de Mediação e Participação justifica-se porque todas as coisas começam no início. O início é a semente. O início é a educação, para que a vida fique mais simples. Apoiar projetos artísticos educativos é apostar na construção da liberdade, na criatividade e no substrato da imaginação dos jovens”, esclarece José Teixeira, presidente do dstgroup.
“Esta colaboração reflete um compromisso duradouro com a excelência artística e com a construção de uma relação profunda entre a arte, a cultura e a comunidade .Mais do que um gesto pontual, este mecenato integra uma estratégia de longo prazo, alinhada com a visão do grupo enquanto agente ativo na construção de comunidades mais informadas, críticas e culturalmente participativas”, refere José Teixeira.
O presidente do dstgroup sublinha que “o mecenato cultural faz parte do ADN do dstgroup, refletindo uma identidade empresarial que reconhece a Cultura como um motor de transformação e progresso”.
Neste âmbito, o grupo irá igualmente disponibilizar bilhetes aos seus trabalhadores, reforçando a ligação entre a criação artística e as pessoas que diariamente constroem o grupo.






