Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Luís Guedes, disse que o bar será exclusivamente para atuais e antigos estudantes, docentes e funcionários.
Entre outras obrigações, o vencedor do concurso público para a exploração do bar terá de cumprir com os preços de venda ao público estipulados pela AAUM.
Fica ainda obrigado a um investimento inicial e imediato na requalificação infraestrutural, funcional e estética do bar, que já está em curso.
A reabertura acontecerá por alturas da Semana da Euforia, uma iniciativa da AAUM que decorrerá de 9 a 13 de fevereiro e que marca o início do segundo semestre.
“Queremos que o bar reabra de forma suave e certeira, sem precipitações e com todas as condições de comodidade e segurança”, referiu Luís Guedes.
Lembrou que o BA entrou, durante anos, em “degradação contínua”, registando infiltrações “que chegaram a tomar proporções de autênticos chuveiros durante a sua plena utilização”.
Na madrugada de 12 de abril, registaram-se incidentes dentro e fora do BA, que culminaram com a morte, à facada, de um jovem de 19 anos.
A vítima e o alegado homicida não frequentavam a universidade.
Três dias depois, foi decidido o encerramento do bar, na sequência de uma reunião entre o reitor da Universidade do Minho, o presidente da AAUM e a PSP, e de uma visita ao local.
O edifício do BA é propriedade da Universidade do Minho e foi cedido à Associação Académica, que por sua vez tem optado por concessionar a sua exploração a empresários do ramo.






