O presidente da Câmara de Amares, Emanuel Magalhães, disse esta quinta-feira que está a decorrer uma “intervenção de salvaguarda patrimonial” no Mosteiro de Rendufe, ordenada pelo Património Cultural, na zona que se encontrava em pior estado de conservação.
Segundo o autarca, os trabalhos incidem no antigo refeitório dos monges, que era “a parte mais sensível” do mosteiro, tendo havido “sensibilização” da autarquia para que os trabalhos fossem realizados o mais rápido possível
“É uma zona com muitas ervas e muitas raízes, que estão agora a ser limpas, no sentido de se salvaguardar aquele património”, explicou Emanuel Magalhães, durante a reunião de executivo desta quinta-feira, depois de uma interpelação do vereador do PS, Pedro Costa.
O presidente da Câmara de Amares assegurou que o processo do Mosteiro de Rendufe é um dossiê que tem acompanhado de perto e disse que o grupo de trabalho que foi criado no sentido de reabilitar aquele monumento deverá voltar a reunir em fevereiro.
“Obviamente, tem que se encontrar uma solução para o futuro e é isso que cabe a este grupo de trabalho. Sempre defendi, no entanto, que antes disso era fundamental fazer a salvaguarda patrimonial e saber que infraestruturas temos ali”, apontou Emanuel Magalhães.






