O Governo dos Estados Unidos decidiu suspender a emissão de vistos para 75 países, incluindo Rússia, Irão e Brasil, visando reprimir candidatos que possam tornar-se um encargo público.
A notícia foi avançada primeiro pela televisão norte-americana Fox News e mais tarde confirmada pela própria Administração Trump. Na rede social X, a Casa Branca afirmou que a medida estará em vigor “até que os EUA possam garantir que os imigrantes que chegarem não se tornem um fardo para o Estado nem extraiam riqueza dos contribuintes americanos”.
Não foi divulgada oficialmente a lista completa de nações afetadas, que tipos de vistos que serão suspensos e se os já emitidos serão revogados.
Está prevista uma pausa de tempo indeterminado, que terá início a 21 de janeiro, na aprovação da autorização prévia obrigatória para os cidadãos de países como “Somália, Rússia, Afeganistão, Brasil, Irão, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e Iémen” que queiram entrar naquele país, disse a Fox News.
A estação de televisão afirmou também que teve acesso a um telegrama enviado em novembro pelo Departamento de Estado dos EUA aos seus funcionários consulares de todo o mundo, com a instrução de recusarem vistos enquanto o executivo reavalia os procedimentos de triagem e verificação.
No dia 7, Angola e Cabo Verde entraram na lista de caução (até 12.800 euros) nos vistos para os EUA, e a revogação de vistos para diversos países foi duplicada para 100 mil em 2025.
Mesmo os turistas de países isentos de entrevistas consulares, como é o caso de Portugal, têm sido afetados pelas políticas anti-imigração do Governo Trump. Em dezembro, foi anunciado que os viajantes livres de pedir a autorização prévia deveriam ter como públicos os seus perfis nas redes sociais.
A Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil pronunciou-se, também no X, a referir Somália, Haiti, Irão e Eritreia como fazendo parte da lista, sem citar o Brasil.






