A afluência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 deste domingo, nos 45,51%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021 em pandemia, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 35,44%, o que se traduz numa subida de 10,07 pontos percentuais. Neste ano, a taxa de abstenção atingiu os 60,76%.
Já nas eleições presidenciais de 2016, a afluência às urnas situou-se nos 37,69%. Face a este ano de 2016, a afluência às urnas subiu 7,82 pontos percentuais.
As urnas para as eleições presidenciais abriram hoje às 08:00 em Portugal Continental e na Madeira e uma hora depois nos Açores devido à diferença horária, encerrando às 19h00.
Na abertura das mesas de voto por todo o país, a partir das 08h00, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) não teve registo de quaisquer incidentes, segundo o seu porta-voz, André Wemans.
Mais de 11 milhões de eleitores são chamados hoje a escolher o novo Presidente da República, que irá suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos, sendo 11 os candidatos aceites, um número recorde.
Se um dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos será eleito já hoje chefe de Estado. Caso contrário, haverá uma segunda volta, em 08 de fevereiro, com os dois mais votados no sufrágio.







